segunda-feira, 13 de março de 2017

sobre o famigerado stress

Sei lá se acham bobagem, ou se já se tornou algo tão lugar-comum, mas nunca senti tão forte o stress como tenho sentido nos últimos dias.
Sinto em cada célula do meu corpo, sinto repuxões musculares, fisgadas estranhas, enxaquecas maiores que as que tenho normalmente, dores esquisitas, um cansaço físico que chega de repente antes de qualquer esforço bobo.

Parece que conheci o meu limite de stress, e não é nada legal.
Algo indescritível, é uma impaciência ligada a uma fadiga mental, física e emocional.
Meu raciocínio já não funciona direito, meu sentimentos se confundem por completo. Confusão total.
É como se estivesse na beira de um abismo de um colapso nervoso.
Cheguei a perder um vôo por confundir os horários essa semana. Fiquei bem chateada com essa besteira que fiz.

Não consegui dar conta de cuidar da pessoa que mais precisou de mim, e adoeci muito junto dela. E o stress tomou conta.
Isso corrói a gente por dentro, dilacera, machuca bastante. A gente ja não nos reconhece mais.

Tenso demais.
Não recomendo. Não sei se desejo isso para alguem. Talvez para algumas pessoa bem ruins.
Talvez.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

O Rio de Janeiro continua lindo...

e antes que eu me enrole pra falar da viagem que fiz à cidade maravilhosa, deixo aqui essa foto de um momento incrível dessa visita ao pão de Açúcar. Quero contar melhor sobre os passeios que fiz e lugares que visitei, mas enquanto não encontro tempo disponível pra sentar e me organizar e escrever, fica aí uma amostra grátis!




terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Qual o seu modelo?

A gente passa a vida escutando que precisamos ir para a escola, se formar na faculdade ou em algum outro curso, ter um diploma qualquer, pra depois ter uma profissão e ir trabalhar.
Trabalhar num horário fixo, demarcado, de segunda a sexta (ou até aos sábados quem sabe), das 8h às 18h mais ou menos.
Trabalhar para pagar nossas contas, nos tornamos adultos e responsáveis, o orgulho da família.
Chorar de tristeza quando for segunda-feira e vibrar de alegria quando a sexta-feira chegar.

Rotina.
Dia a dia.
Agenda.
Cronograma.
Bater cartão.

Acho que sempre me deu coisas essa história de me sentir presa em horários, mesmo gostando de ter disciplina.
Mas uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa.
Pode parecer confuso, mas pra mim não é.
Não é pois eu não acho que certas tarefas possam ser concluidas com hora marcada, como o processo criativo, que pode surgir no meio do banho, numa viagem de ônibus a caminho de casa, ou mesmo durante o almoço. Ou até mesmo no horário de trabalho, sob pressão, sim.
Só que esse modelinho de trabalho das 8h as 18h me dá náuseas, apesar de ser o que temos, não exclusivamente, mas na maioria das opções.
É difícil de sair disso, de dizer pra familia que você não quer viver assim, que você não se adapta a isso, pois te tacham de vagabundo, de vadio, de inutil que só quer dormir e ficar de boas vendo seriado no netflix, curtindo fotos no instagram e brincando com os gatos.
Sim, eu quero fazer tudo isso e muito mais!
Quero viver, acima de tudo! E sei muito bem que preciso tirar meu sustento do trabalho, mas não quero viver trabalhando e o que sobrar de tempinho ali no final de semana eu vejo se dá pra descansar um pouco. Não não e não!

Eu passei por uma mudança super brusca na vida nesses ultimos meses, que me fez mudar de trabalho e de forma de viver, e obviamente me faz repensar todo dia como quero minha vida daqui pra frente. E dessa merda toda, to conseguindo ver o lado bom, ver as coisas boas que surgiram, como esse meu novo modelo de trabalho, as novas oportunidades que estão se abrindo pra mim, de coisas legais que podem se tornar mais que um hobbie.
Poder trabalhar em casa é uma delas, me dá várias vantagens: não enfrentar o transito caótico da maior cidade do país e nem perder tempo com isso, curtir mais os meus gatos, aproveitar o conforto de casa, ter meus momentos de introspecção (que pra mim valem ouro, muito mais do que dinheiro maoeee!), etc.
Claro, tem seus pontos negativos, pois aqui no bairro falta energia elétrica seguido, às vezes cansa ficar em casa, a cama te seduz demais, etc.

Outra questão que tem me feito pensar e repensar é sobre carreira. Sempre senti uma certa pressão social de que depois da faculdade a gente deveria seguir tal rumo na profissão, se abraçar nele e deu. E hoje vejo que não, dane-se isso, pois a vida é muito mais do que trabalho e carreira. Um dia pode acontecer algo muito maior e mais importante do que isso e desmoronar tudo, e você vai ver que teu trabalho não significa nada, ou quase nada, e tudo pode mudar. Que você estava num caminho não muito certo, não muito satisfatório, mas era o que tinha naquele momento.
E que dane-se o diploma, se tiver que lavar pratos amanhã, ok! Se precisar mudar os rumos das velas deste barco chamado vida, vamos lá, pois os ventos mudam de direção sem nos avisar, e não adianta a gente forçar a barra.

No momento, descobri que o meu modelo de vida é aproveitar o hoje e agora, já que só tenho este corpo, esta vida, este hoje. Não quer dizer que vou sair pelada na rua pirando geral hehehe, mas não tenho intenção de me matar trabalhando, "fazendo carreira"por motivos vazios e sem sentido. Estou buscando o meu equilíbrio, dentro do meu fuso horário, do meu timing.
E era isso.

E o seu modelo, qual é?




domingo, 29 de janeiro de 2017

Aceitamos Sugestões

Nunca quis deixar este blog morrer, e como falei da última vez que estive por aqui, ando com umas ideias surgindo junto da vida nova que ta pintando aí.

Então estou super aberta a sugestões!
Sei que o público caiu bastante, mas quem continua aí, por favor me ajuda dando alguma dica sobre o que gostaria de ver por aqui.

Sou toda ouvidos! (e olhos, já que vou ler ao invés de ouvir os comentários hehehe)

Obrigada!



sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Tchau 2016!

E finalmente o ano chega ao fim!

Sem sombra de dúvida foi o pior ano da minha vida até hoje. Um ano de mudanças drásticas, de desafios enormes, de muito aprendizado e crescimento pessoal obtido na marra.

A vida me trouxe uma tragédia familiar muito pesada que mudou totalmente o rumo de tudo. Vim morar em São Paulo, mudei de trabalho, de casa, de tudo.
Muita tristeza e sofrimento, problemas que pareciam e ainda parecem não ter fim nem solução, barra pesadíssima. Conheci pessoas muito ruins, mas ruins mesmo.

Hoje já consigo sentir um pouco mais de alívio, ver alguma luz no fim do túnel (e acho que não é um trem vindo em minha direção hehehe).

Acabei não postando mais neste blog por pura desmotivação geral com a vida. Assunto não faltaria, mas isso deixo pra sala da terapeuta.

Acredito que os novos rumos trarão um assunto bem bacana pra este blog, e provavelmente mais freqüência nas postagens nos meses que virão.

Por agora, perseverança na vida!

Desejo a todos que ainda vierem até aqui um ótimo ano novo!





domingo, 2 de outubro de 2016

Dia 18 e o porquê da existência desse blog

Setembro passou e eu não consegui voltar a escrever aqui. 
Mas hoje resolvi contar rapidamente que semanas atras uma pessoa entrou em contato comigo pra saber como era fazer intercâmbio em Detmold, pois tinha encontrado meu blog pesquisando sobre a cidade.
Só esse ano já me vieram umas 4 pessoas me procurar pedindo conselhos sobre a vida de intercambiata em Detmold, e fico feliz que o blog ajudou de alguma maneira, pois não tem quase nada de informações sobre lá (pelo menos quando eu fui não tinha nada mesmo).
Já se passaram alguns anos do meu intercâmbio na Alemanha, e esse blog foi criado pra contar sobre minha vida de estudante por lá, e resolvi mantê-lo ainda depois de voltar. Acho que ainda pode ajudar alguém que vá estudar lá de alguma maneira, e se você leitor estiver nessa situação, não hesite em me contatar pois ajudarei com o que estiver ao meu alcance ;)

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